
Fernando Van Zeller Guedes foi o ideólogo deste vinho, lançado pela primeira vez em 1942 com o objectivo de conquistar um mercado global. Feito com Baga, Rufete, Tinta Barroca e Touriga Franca, este "rosado" foi-se afirmando e cumprindo o objectivo.
Será eventualmente o "nosso" vinho mais conhecido no mundo (o que não faz de nós bons, mas pronto).
E provar o vinho, mesmo sabendo que há rosés muito mais ambiciosos (na qualidade, não numa afirmação global)?
Refrescado (a cerca de 12º C), este rosado aparece pouco carregado na cor, pouco delicado no nariz, na boca, guloso (mas sem rebuçado), com algum gás, nem parece vinho. Parece mais um refresco (mesmo com os parcos 11º de álcool), para beber sem pensar, proposto a um preço cordato (€ 3,89). (nota pessoal: 14)