domingo, 15 de novembro de 2009

Bétula Branco 2008 e Lulas "Suadas"

“Produzido na Quinta do Torgal, situada no coração da Freguesia de Barrô e na margem esquerda do Douro, o Bétula Branco é feito a partir das castas Viognier (50%) fermentado em barricas de carvalho Francês e Sauvignon (50%) fermentado em inox a baixa temperatura. A vinificação foi efectuada na 3ª semana de Setembro. De cor citrina, mostra um aroma exuberante e complexo a fruta tropical e vegetais. Na boca é pleno de bons sabores frutados e uma bela acidez”. (do contra-rótulo)



Acrescentando informação da ficha técnica, este vinho foi feito a partir de uvas de vinhas plantadas em 2006 com solo granítico muito pobre. As uvas foram apanhadas manualmente para caixas de 15 Kg, com triagem em tapete. Esmagamento e prensagem suave, com fermentação lenta e a baixa temperatura (14º C). Foi engarrafado (3000 garrafas) em Maio de 2009. O Enólogo é Francisco Montenegro (Aneto) e o PVP recomendado é de 12/14€.


Depois de apresentado o vinho (enviado pelo produtor para prova), destaque para a elegância do conjunto garrafa, cápsula e rótulo. Foi refrigerado, decantado e servido a 12º. Notas iniciais de vegetal, conferidas pelo Sauvignon Blanc, a abrir para fruta. O vinho é bem estruturado com o lote de Viognier a estabelecer uma bela relação com o Sauvignon. Muito bom corpo, boa acidez, dá muito prazer a beber. O álcool (13,5º) fica bem envolvido e a madeira aparece no ponto certo. Para o primeiro vinho feito das uvas de videiras tão novas, promete muito para próximas colheitas. Nota pessoal: 16,5.



Acompanhei com umas simples lulas (que deixei a marinar em limão, salteadas no wok, tendo depois acrescentado o líquido da marinada e salsa fresca e deixando-as a “suar” até estarem cozidas) e batatas cozidas.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Quinta do Mouro 1995 e Comida

O Quinta do Mouro é um daqueles vinhos Alentejanos que às vezes quase passa despercebido. Explico... Neste momento encontramos o 2004 à venda, a quase € 30. Não é um "topo" (em preço) nem é propriamente um vinho para a semana ou mesmo o mês (nem pensar no dia a dia). Nem me lembro de ter provado este vinho desde que o blog existe... Há algum tempo atrás (pouco mais de um ano) ficou uma garrafa do 2002 por abrir, num jantar onde se provaram alguns bons vinhos Alentejanos (aqui).
Mas os vinhos da Quinta do Mouro, de Miguel António de Ordoña Viegas Louro são dos mais respeitados em Extremoz e arredores. Na verdade, desde o Casa de Zagalos até ao Touriga Nacional ou Rótulo Dourado, tudo o que vem da Quinta é motivo de respeito vínico. Basta lembrar que um lote de Castelão da vindima de 2000, rejeitado por Miguel Louro, foi o mote para Dirk Van Niepoort "fazer" um vinho no Alentejo.

Este 1995 apareceu a um preço quase demasiado baixo... Em circunstâncias normais, custaria pelo menos € 20, mas estava a ser proposto na confeitaria Doce Fada a um preço absolutamente pornográfico: € 4,99. Claro que não podia escapar. Comprei apenas uma garrafa, para provar. Inicialmente pensei em fazer um prato de carne, qualquer coisa como porco estufado com castanhas, mas depois de ter aberto, decantado e provado o vinho, fiquei a pensar num bacalhau cozido com legumes...



E foi mesmo o que fiz... Quanto a este vinho que já leva 14 anos? Perdeu corpo e pujança. Ainda tem fruta, as notas da madeira estão deliciosas, mas termina curto. Para o bacalhau foi bela wine-pairing... Fiquei com vontade de ir buscar mais duas garrafas para ponderar o acompanhamento do bacalhau de Natal. Nota pessoal: 16

Condessa de Santar 2008 e uma Salada de Bacalhau

"A casa de Santar orgulha-se de apresentar este vinho branco, fermentado a partir das mais elegantes castas do Dão. Uma homenagem à actual Condessa de Santar, D. Maria Teresa Lancastre de Mello." (do contra-rótulo)



Este Condessa de Santar é o branco de "topo" da Casa de Santar, acima do Casa de Santar e do Casa de Santar Reserva. Feito com 50% de Encruzado, 25% de Cerceal e outro tanto de Arinto, com fermentações separadas em barricas novas de carvalho francês. A viticultura está ao cuidado do João Paulo Gouveia e o enólogo é Pedro de Vasconcellos e Souza. Tudo no vinho respira elegância, desde os aromas frutados do Encruzado a marcar o nariz e as delicadas notas de tosta da barrica. Na boca é delicado, mas cheio e termina razoavelmente longo. Juntamente com o Paço dos Cunhas de Santar, é um caso sério na oferta de Brancos do Dão feitos pela Dão Sul. Custou € 13,00 na loja da Quinta do Encontro. Nota pessoal: 17,5.



Foi uma excelsa companhia para uma salada de bacalhau com feijão frade.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Figueira de Cima 2004 e Perna de Porco no Forno

Este Figueira de Cima 2004 é um vinho feito no lugar com o mesmo nome, uma vinha de solos pedregosos, próxima da Serra de São Mamede em Arronches, com Aragonês, Trincadeira e Alicante Bouschet e estágio de 12 meses em madeira de Carvalho Francês. Tem 13º de álcool. Um vinho Julian Reynolds com assinatura de Paulo Laureano.



Este vinho estava há algum tempo atrás em promoção na Makro (com 50% de desconto saiu a 5 €) e foi comprado pelo PadreFrancisco que me trouxe uma garrafa para provar. Resolvi assar um naco de perna de porco no forno para acompanhar o vinho. A comida em princípio iria funcionar bem com um vinho alentejano de 2004 e com uns razoáveis 13º. O vinho aparece um pouco fechado no início mas logo abre para fruta muito (demasiado?) madura; muito guloso, redondo e equilibrado, acaba por ser prejudicado por um pouco de "peso" a mais. Sem dúvida, um vinho bem feito, para quem gostar do estilo. Nota pessoal: 16.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Quinta da Covada Reserva 2007 e Arroz de Entrecosto e Portobellos



Este Quinta da Covada Reserva 2007 foi uma oferta do João Lopes Pinto, enólogo e filho do produtor ao preguiçoso Gus, que já provou o vinho mas que se recusa a postar aqui no blog, alegando que não tem tempo ou não lhe apetece escrever – pois, pah, sou eu que tenho que fazer tudo…

Depois do almoço do Fórum RV, o Gus mete uma garrafa deste vinho no meu saco (que já tinha o espumante da Quinta do Encontro, o Condessa de Santar e os despojos da magnum de Porta de Cavaleiros 1996) e sugere-me que prove o vinho “azinha” e poste no blog…

Nada mais fácil… Hoje de manhã, o Gus envia-me a ficha técnica e eu li que o vinho foi feito com 30% de uvas da casta Touriga Nacional de uma vinha de 1 hectare situada em Tabuaço, com 15 anos e a cerca de 410 m de altitude, com solo muito xistoso e pobre e que os restantes 70% vieram de uma vinha velha (entre 45 e 80 anos) de 3 hectares, situada em Armamar com solo xistoso, a 150 m de altitude e com mistura de castas (Rufete, Tinta Amarela, Tinta Roriz e outras) . Estagiou durante 14 meses em barricas novas de Carvalho Francês, tem 14,7º de álcool e apenas se produziram 1250 litros, engarrafados em 1500 garrafas normais (75 cl) e 40 em double magnum (3 litros). Os 5 litros que sobram, onde estarão? Foi engarrafado em Junho deste ano e o Produtor recomenda um Pvp de € 14..

Para preparar esta prova, de manhã deixei a garrafa a “dormir” no frigorífico e pensei num prato que pudesse ser bom food-pairing para este jovem Reserva do Douro… Podia ser um arroz de entrecosto de porco e foi o que fiz, juntando aqui cogumelos Portobello.
Abri o vinho e deitei-o no Decanter e um pouco para o copo.
Deitei uma mistura de banha de porco e azeite no tacho, juntei cebola, alho, pimento, sal, pimenta preta em grão, duas malaguetas, cravinho, o entrecosto de porco cortado em cubos, algumas rodelas de chouriço da Beira Baixa e deixei alourar um pouco; juntei polpa de tomate e um pouco de água e deixei a estufar. Deixei em lume baixo e provei o vinho… Austero, fechado, mas com uma bela estrutura a denunciar o que viria depois de estar a 16/17º e a acompanhar a comida que eu estava a fazer.
Quando a carne estava macia, juntei água quente, arroz carolino e os cogumelos cortados em pedaços. Juntei ainda um pouco de cominhos moídos. Logo que o arroz estava cozido, servi.



Naturalmente, o vinho abriu (e de que maneira). Não é um vinho fácil, antes um daqueles que nos deixa à espera que ele revele o que lhe vai na alma. Nada de flores da Touriga, mostra mais a complexidade das vinhas velhas no aroma. Madeira elegante e domada, taninos pujantes, mas sem incomodar, álcool bem integrado e acima de tudo, um longo e delicioso final e uma bela aptidão gastronómica. Tem tudo para viver longos anos em garrafa, mas eu ficava contente se provasse uma das 40 double magnuns daqui a uns 3 anos (seguramente não seria muito diferente da prova de hoje). Gostei muito do perfil deste vinho. Nota pessoal: 17.

domingo, 8 de novembro de 2009

1º Almoço do Fórum da Revista de Vinhos - Quinta do Encontro 07/11/2009

A 12 de Fevereiro de 2009 "abre as portas" o novo Fórum da Revista de Vinhos com este post do Luís Antunes aka xarax. Desde então tem sido um espaço de discussão à volta dos vinhos e das comidas que conta com 914 tópicos e 10.405 post' s (enquanto escrevo este post) e a Direcção da RV organizou um almoço na Quinta do Encontro, na Bairrada para todos os membros do fórum interessados em participar. Pedia-se que cada participante levasse uma garrafa de vinho à escolha em formato Magnum ou duas normais, para que todos pudessem provar vários vinhos. Escolhi um Porta dos Cavaleiros Reserva de 1996 que me pareceu ir acompanhar bem o belo do leitão à moda da bairrada que constava na ementa do almoço.

A Quinta do Encontro, da Dão Sul situa-se em São Lourenço do Bairro e tem um novo edifício, desenhado pelo Arq. Pedro Mateus que compreeende a adega e um restaurante, bem como uma loja para venda dos produtos da empresa.





Com começo previsto para o meio dia do passado Sábado e debaixo de uma chuva irritante saí do Porto com o PadreFrancisco e com o Frexou ao mesmo tempo que o Gus saía de Viseu. GPS programado de véspera para não pensar no percurso e passado cerca de uma hora eis-nos na Quinta do Encontro. Recebidos pelo xarax, que nos entregou umas etiquetas com os nossos nomes em troca das Magnuns e do pagamento do almoço (Luís, desculpa lá eu ter andado com a minha no bolso) esperámos enquanto os inscritos iam chegando.



Para além do xarax e do Luís Ramos Lopes (o Director da Revista) estiveram presentes alguns produtores como Mário Nuno, Luís Pato, João Roseira e Rita Marques Ferreira e mais uma trintena de Foristas.

O Almoço começou com uma visita à muito bem desenhada adega (situada no piso inferior do edifício) orientada pelo Eng. Carlos Lucas, da Dão Sul e uma prova do Espumante Bruto 2006 da Quinta do Encontro e alguns amuses-bouche. Em seguida subimos para o restaurante, onde pudemos provar alguns dos novos vinhos da Dão Sul da colheita de 2009, naturalmente em amostras, uma vez que ainda não estão engarrafados.



Em seguida dirigimo-nos para a zona onde estavam os vinhos brancos para escolher a companhia para a entrada. Provei o Soalheiro 2007 (em Magnum) e o Bágeiras Garrafeira 2007.



Depois deste folhado delicioso, hora de "atacar" os tintos... Desde Ch9-du-Pape (em xaraxcês), Clos Mogador, Quinta do Cotto, Callabriga, Charme, Pedro e Inês, Grande Encontro, Quinta das Maias, Único dos Carvalhais e mais alguns, não faltaram belos vinhos para acompanhar o Leitão (lista de todos os vinhos em prova, aqui). Já agora, uma nota em relação ao Leitão... O que se provou, para além de provir de animais de bom tamanho (cerca de 10 quilos, acima disso é porco) estava magnificamente assado e cortado como deve ser, ou seja em pedaços não maiores que 5x5 cm. As batatas cozidas com pele são o melhor acompanhamento. Foi servida ainda salada de tomate e alface e laranja em rodelas (que naturalmente dispensei). Vi agora que não tirei fotos ao leitão, mas estava em muito bom nível e só por isso já tinha justificado a ida...



Como sobremesa, um creme queimado de espumante... Muito parecido com o Leite Creme tradicional, mas com uma textura mais untuosa. Delicioso, a pedir um Porto Tawny com alguma idade, mas ninguém se lembrou disso. Ainda assim, havia vintages da Quinta do Vesúvio 1995, Osborne 1995 e Quinta das Tecedeiras 2005.



No fim, enquanto se iam acabando as provas e se passava ao café ainda houve tempo para mais conversas, um breve discurso do Luís Antunes, sobre o almoço e sobre o fórum e para a gentil oferta do Eng. Carlos Lucas aos participantes de uma garrafa de espumante 2006 da Quinta do Encontro.




Nota final de agradecimento para a Equipa da Quinta do Encontro, que tão bem, correcta e profissionalmente nos recebeu e, claro, aos mentores deste evento, um grande abraço.

Ao fim da tarde, antes de voltar para o Porto, ainda passámos na Quinta das Bágeiras para uma flute do Espumante Bruto 2002 e uma prova de amostras de barrica dos vinhos da colheita de 2009.



Mário Nuno e João Roseira a tirar uma amostra de barrica do Bical/Maria Gomes.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Quinta das Bágeiras Garrafeira Branco 2007 e Bacalhau com Grão

Quanto ao bacalhau com grão é mesmo só para dizer que é um belo prato para provar/degustar/beber este belo vinho...




Este Quinta das Bágeiras Garrafeira Branco 2007 (já tinha provado aqui o 2008, 2005, 2004 e 2001) foi feito como os seus irmãos de outras colheitas, com uvas de Bical e Maria Gomes provenientes das vinhas velhas da Quinta e estagiado em madeira usada. Em 2008 foram feitas 2836 garrafas (provei a nº 437). O vinho aparece muito bem de aromas; na boca é cheio, com a acidez no ponto certo, algumas notas muito elegantes de madeira e com um final longo. Tudo no ponto certo e acima de tudo a dar um enorme prazer a beber. Nota pessoal: 17,5. Pvp: cerca de € 12,50, o que o tornam num belo caso de relação qualidade/preço.

Alheiras de Caça e Tapada de Coelheiros 2008

Já tenho tido muitas experiências com alheiras, das melhores às piores... Ultimamente tenho andado a experimentar algumas que são vendidas em hipermercados e resolvi comparar duas: as alheiras de caça "Bísaro", compradas a € 10,45/kg no Jumbo de Gondomar e as alheiras de caça "Ilda Lázaro", compradas a € 6,89/kg no Continente das Antas. As primeiras aparecem com muito bom aspecto, louras acastanhadas e com uma boa consistência; já as segundas aparecem branquelas, mais moles e com a salsa picada a dar uns laivos esverdeados.

Para as degustar, fiz assim:

Deitei um fundo de óleo de pouco mais de 1cm numa frigideira e levei a lume baixo. Descasquei batatas de polpa amarela e cortei em palitos toscos. Confitei as batatas no óleo (a menos de 110º C) e quando estavam macias polvilhei com sal fino e reservei. Juntei um pouco de banha de porco ao óleo onde fritei as batatas e deixei aquecer até cerca de 150º C. Fritei as alheiras (depois de lhes ter feito uma incisão longitudinal da parte de fora para a pele sair e as alheiras ficarem direitinhas) e reservei-as. Aqueci a gordura até aos 180º C e dei uma segunda fritura às batatas. As batatas fritas assim ficam macias por dentro e crocantes por fora. Entretanto, tinha cozido grelos de nabo; escorri-os e salteei-os numa frigideira com azeite e alho e fui desfazendo-os com a colher de pau. Juntei um pouco de farinha de milho e fui mexendo até obter uma "papa" consistente. Servi...

As alheiras "Bísaro" apresentaram-se empapadas, deselegantes e com um indesejável gosto a colorau, enquanto que as "Ilda Lázaro" se apresentaram muito mais correctas e sápidas. Já é a segunda vez que enfio um barrete com produtos da marca Bísaro... Enfim, posso dizer que as alheiras Ilda Lázaro, não sendo nada de especial, bateram as outras por 10-0 e ainda por cima são um bocado mais baratas.



Para acompanhar estas alheiras resolvi beber um vinho branco que não provava há bastante tempo. O Tapada de Coelheiros Branco 2008. Feito com Arinto, Chardonnay e Roupeiro, estagia durante três meses em madeira. O trio de castas resulta muito bem, com o chardonnay a dar a untuosidade, o arinto a contribuir para a frescura e o roupeiro a equilibrar o lote. Um vinho que é um clássico do Alentejo. Nota pessoal: 16,5.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Fritos de Bacalhau e Quinta do Cerrado Encruzado 2008

Estes fritos de bacalhau derivam dos pasteis de bacalhau. Foram feitos com sobras de bacalhau cozido com grão. Desfiei o bacalhau, esmaguei o grão e juntei pimenta preta moída e ovos até obter uma massa menos líquida que a das paraniscas. Fritei em óleo bem quente. Ficam deliciosos.



Este Encruzado da Quinta do Cerrado foi mais uma das compras da Feira de Vinhos do Continente. Muito bom na prova de nariz, aparece inconsistente na boca; algo magro (quase como se diluído em água) e com um final muito curto. Podia ter sido feito na bimby. Ao preço (cerca de € 6,00) há melhor. Nota pessoal: 15,5.

Lombinhos de Porco com Molho de Mostarda e Adega de Pegões Colheita Seleccionada Branco 2008

Ás vezes apetece-me acompanhar pratos de carne com vinho branco. Neste caso, uns lombinhos de porco marinados em vinho e alho, com um toque de pimenta preta e louro. Foram fritos/salteados em banha de porco e reservados. Juntei o líquido da marinada à gordura da fritura, um pouco de mostarda (gosto da savora... saborosa qb e pronto), deixei reduzir, introduzi a carne e deixei em lume muito baixo. Uma proposta banal, mas muito saborosa. Acompanhei com batatas cozidas.



Revisitei este Adega de Pegões que agora já se encontra a € 2,99 em alguns sítios. Muito bem feito, para beber sem pensar muito. Nota pessoal: 15,5.