

Para um Encruzado de Cabriz 2007; o 2008 foi recentemente provado e se da primeira vez pareceu algo fechado, da segunda apresentou-se melhor. Assim, a vontade de provar o 2007 era grande. Refrigerado e servido, apresentou-se fechado de aromas com notas de oxidação precoce, estranho... Foi decantado, o decanter lá rumou ao frigorífico para atingir de novo os 12º C e abrir o vinho. Passado meia hora parecia outro. Os aromas voltaram, o vinho apareceu todo ele íntegro, a mostrar que este vinho merece guarda e alguns cuidados de serviço. Nota pessoal: 16,5.
"A tosta da barrica nota-se ainda no aroma, mas sem perturbar a fruta, que surge elegante e fina, acompanhada de notas minerais. Cheio e sedoso na boca, lembrando geleia de frutas, ananás, forma um conjunto muito sofisticado, com uma perfeita acidez limonada a potenciar o fruto e a prolongar o final. Um Encruzado de primeiríssima linha, capaz de evoluir bem na garrafa." in RV.
