Um dos melhores acompanhamentos que conheço para este vinho é um Polvo à Lagareiro.

Este foi cozido e levado ao forno num tabuleiro com azeite e alho esmagado, com batatas e feijão verde, com apenas um toque de pimenta preta.

Quanto ao vinho, depois de quatro anos na garrafa e de um estágio em madeira usada (o famoso Tonel 23, referenciado aqui), apresentou-se muito limpo, com um belo tom amarelo médio (gostei - tom definido por Aníbal Coutinho no seu guia de vinhos de 2007), muito bem marcado pela madeira e com uma excelente acidez. Cheio na boca, os 13º de álcool passam despercebidos. Tem um final longo e complexo. Claramente um branco de guarda que só agora se começa a mostrar. Nota pessoal: 17,5.
