Levei batatas pequenas a assar com pele na cloche; selei a carne em azeite e reservei…
Quando as batatas assaram, abri-as e dispus uma camada no fundo de um tabuleiro de barro; juntei alho laminado, pimenta preta e louro. Fatiei a picanha e deitei por cima da camada de batatas; “reguei” com o azeite onde selei a picanha.
Com as restantes batatas fiz uma nova camada por cima da carne, reguei com mais azeite e levei a forno quente (180º C).
Ficou um prato interessante, com o sabor da carne a entrar nas batatas e os aromas do alho e do louro a intrometerem-se no conjunto. Acompanhou com uma simples salada de alface servida à parte. Dei-lhe este nome porque me apeteceu…
Ah, e um Sogrape Reserva Alentejo 2000 (que já não há) ligou muito bem.




Eu bem digo vou deixar de vir aqui. (sorrisos fazes tudo diferente mas cá com um aspécto delicioso.Essa cabeça está sempre a misturar os ingrediêntes.A picanha só custumo comer grelhada!!!Delicia beijinhos
ResponderEliminarE apeteceu-te muito bem! É um bom titulo para uma excelente receita :)
ResponderEliminarConfesso que picanha não faz os meus encantos, mas tenho de reconhecer que és 1 big mestre, portanto a picanha assim deve ficar muito saborosa!
ResponderEliminarBeijos.
A combinação bife/batata cozinhada no seu molho é das mais felizes e pode ser feita, ou com carne muito tenra, que aguenta ficar bem passada, ou, pelo contrário, carne dura que precisa tempo.
ResponderEliminarSó a "picanha" é que não me convence. Prefiro a versão europeia de lombo. É caro mas é carne. Já a irmã "com truque" sul-americano, é o mesmíssimo lombo daqui, só com mais dois dedos de sebo de vaca por cima!
Luís, se a "base" fôr boa, não me chateia nada que leve os dois dedos de sebo; se for bem grelhado, é uma delícia (claro que não se compara à mirandesa, arouquesa ou barrosã...). Esta foi uma experiência que correu mais ou menos bem, mas ainda tem muito a afinar.
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