quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Três Brancos, os novos e o velho e um Porto


Vinhos provados num almoço. 

Lisboa 2016 do Hugo Mendes a abrir. Já será difícil de encontrar, mas é daqueles vinhos que vale a pena guardar e ir provando. É feito com Arinto e Fernão Pires, tem apenas 11,5º de álcool e é um vinho que foge às modas. Já o provei algumas vezes, (deixei nota aqui, há seis meses) e a verdade é que cada vez gosto mais do vinho.

Seguiu-se o Ensaios Soltos, do Márcio Lopes. Viosinho do Douro Superior da colheita de 2015, fresco e com boa acidez, mas com bom corpo para o fazer brilhar à mesa. Edição limitada, também não será fácil de encontrar, mas vale a pena comprar umas garrafas e ir provando.

Resumindo, dois vinhos novos, com grande capacidade de guarda e muito bem feitos.


Depois abriu-se um clássico do Dão, o Porta de Cavaleiros branco de 2002. Feito num ano difícil, pede meças a muitos vinhos mais novos. Quinze anos após a colheita, é um vinho crescido, maduro e que mantém a frescura. Belo vinho.

Rematou-se com um Porto 10 anos da Quinta do Infantado, um dos meus preferidos.


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