Depois de ter provado o Grandes Quintas Reserva 2010 de que dei nota aqui, provei o colheita do mesmo ano. Feito com touriga nacional, tinto cão, touriga franca e tinta roriz, estagia dez meses em barrica de carvalho francês (presumo que usada). Aparece neste momento algo marcado pela madeira, a par das notas de fruta madura qb e das florais do tourigo, mas é fresco e tem aquela rusticidade duriense que agrada e pede mesa e comida à altura.
Acolitei-o com uma costeleta de vitela mirandesa grelhada, acompanhada com batatas assadas a murro e grelos cozidos, com alho picado e bom azeite (o Romeu) e a ligação foi feliz. O PVP recomendado é de sete euros, justo face à qualidade do vinho.
(vinho enviado pelo produtor)
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