segunda-feira, 17 de outubro de 2011

25º Aniversário da Garrafeira Tio Pepe - Day 1

Uma semana tem que começar em grande quando a Garrafeira Tio Pepe comemora um quarto de século. De segunda a sexta, há muito (e muito bom) vinho para se provar. E o primeiro dia foi dedicado à Bairrada e ao Dão. Da Bairrada, Quintas de São Lourenço e o novel rosé Principal 2010. Muito claro na côr, bebe-se bem e despreocupadamente a solo ou com pratos simples de massas ou saladas. Sem Kompassus, era hora de passar aos brancos do Dão, do Dão da Dão Sul e de Álvaro de Castro e (re)confirmar que o Quinta de Cabriz Encruzado continua, nesta edição de 2010 a ser um belo branco que tem uma das melhores relações qualidade/preço do mercado. Em seguida, Primus da Pellada 2010, um portento de Álvaro de Castro. Hiper concentrado, pleno, é um dos ícones de que se fala quando se fala de brancos portugueses. De volta à Bairrada e à Dão Sul, o Encontro 1 de 2010. Fino e aristocrático, mas depois do Primus, só podia ter ficado em quase segundo plano. Mas que é bom, é!   



Nos tintos, só houve Dão. Palha Malhada 1999, bem vivo e a pedir uma perdiz requintada e o Quinta da Falorca Garrafeira 2007, ainda muito novo e a pedir cave, foram os vinhos trazidos por Pedro Figueiredo. Voltando a Álvaro de Castro, provou-se o Quinta da Pellada 2007 a pedir guarda e um PaPe 2004 engarrafado em março deste ano que foi uma surpresa. Um vinho desenhado há sete anos e engarrafado há pouco mais de seis meses, feito com Touriga Nacional e Baga. Novo, cheio de fruta, com a madeira do prolongado estágio a ter permitido uma bela evolução ao vinho. Um portento de vinho! Para acabar em grande, os 4C da quinta do Cabriz. Os vinhos mais caros da Dão Sul, aqui nas edições de 2003 e 2008. O 2003 já algo evoluido, mas muito bom, é pena o preço (a rondar os cem euros) e o 2008 a mostrar-se um belo vinho. Só não foi a estrela da tarde porque o PaPe 2004 arrasou.   

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