domingo, 10 de outubro de 2010

2 em Rosa com Bolhinhas

Para qualquer enófilo, a paixão pelos borbulhantes vindos de Champagne é um vício natural. Mas esses vinhos feitos de uvas quasi_mal maduras de Chardonnay e Pinot' s tendem a ser caros, muito caros. Aqui no Horto_tuga e para nossa felicidade há pessoas que nos presenteiam com bolhinhas para brindar e degustar e em forma de rosa...

O espumante rosado de Touriga Nacional do Eng. Luís Pato é feito com uvas provenientes de monda precoce, um quase sub-produto que foi  superiormente usado para criar um espumante fresco, floral e com uma grande aptidão para ser bebido a solo ou para se bater com alguns pratos da gastronomia local (da Bairrada, leia-se), como o belo do leitão. Não é fácil de encontrar, mas está na Feira de Vinhos do ECI a € 9,45.   


Noutra feira de vinhos, a do Continente temos outro rosado, feito com "castas tradicionais do Douro" por um inconformado, o Celso Pereira. Para além de dar a cara pelos espumantes Vértice, ainda é Autor dos vinhos "Quanta Terra" do nosso contentamento. Quase demasiado fácil de beber, este espumante cheira a Douro com a carga de seriedade que lhe é imposta. Outro grande espumante a pedir um  brinde, mas que não vira o gargalo a uma posta mirandesa à séria. Por € 8,99 acaba por ser um caso sério no panorama dos espumantes... 

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Dados Reserva 2007

O Dados Reserva 2007 é um vinho de topo do Douro feito pelas Caves Messias e que na edição da Revista de Vinhos de Novembro do ano passado levou com 17,5 valores. Sabendo-se que o preço de referência rondaria os € 15,00 era naturalmente um vinho de prova quase obrigatória. Aliás, só havia um vinho notado com a mesma pontuação e a custar menos (o Passagem, com um preço de € 12,00, como melhor tinha dado nota aqui). Infelizmente, ainda não tinha visto o vinho à venda...
Segundo o Painel, era um vinho de "aroma muito atraente, com leve tosta e fumo, fruto maduro, algum nougat e especiaria. Muito bem na boca, todo veludo, com um fruto muito bonito, leve confeitaria a mostrar barrica integrada, todo em harmonia e com final envolvente e elegante". 
Curiosamente na edição online da Revista, quer o preço (afinal parece que é de € 12,00) quer a classificação (passou para 16) mudaram. A nota de prova é esta: "Um enólogo português e um espanhol uniram-se para fazer este tinto do douro. O resultado da união resulta, o vinho tem a fruta bem presente no aroma, tem o perfil moderno mas com cuidados técnicos indispensáveis para não ficar pesado ou cansativo. Franco e atractivo na prova de boca, tem taninos muito finos que lhe conferem longevidade e uma boa acidez que lhe dá frescura. Melhor se bebido novo." 
Um pouco estranho, mas apenas porque a partir deste ano o grau de exigência apertou e as classificações baixaram entre 0,5 a 1 ponto. Neste caso, o facto de ter baixado 1,5 pontos poderá ter muitas explicações das quais a mais fácil de explicar seria um eventual declínio do vinho. O facto de custar "apenas" € 8,45 na Feira de Vinhos do ECI poderia atestar dessa premissa. Ainda assim, não deixa de ser uma compra segura, ao preço.

Acabei por comprar uma garrafa para provar e na verdade tendo a concordar muito com a nota de prova que foi publicada na edição em papel e até com a classificação (revista para 2010 e que seria um 16,5 ou até um 17). Um belo vinho, que ao preço a que se vende no ECI é um pecado não provar...   


Ligeiramente refrigerado, foi decantado e acompanhou muito bem um naco de entrecosto de porco no forno, com batatas assadas e uma salada verde.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Salada de Atum e Feijão Frade em Duo da Herdade dos Grous

Presumo que uma salada de atum e feijão frade seja um quase unanime sinónimo de comida a despachar, ou básica, ou do dia a dia, ou de cantina, ou de piquenique, ou de congresso, ou de entrada, ou o que se quiser, mas dificilmente será considerada um prato sério numa refeição e menos ainda a própria refeição. E se o complemento da comida for um vinho proveniente de um dos melhores produtores do Alentejo, todo o enquadramento começa a aproximar-se perigosamente dum qualquer filme de ficção barato de Bolliwood...
Na verdade, não é e já tenho harmonizado belos vinhos com pratos assim, banais/normais/dodia_adia e que até são baseados em conservas, mas entre um peixe fresco/quasepodreoumenosfresco, um peixe congelado_cheiodegelo e uma conserva honesta, prefiro quase sempre e sem dúvida a conserva.

E esta salada até foi feita com alguma pretensão...

1 - Comecei por cozer ovos, o que não é tão simples como pode parecer:

Parece que é só meter o ovo em água e deixar ferver até que esteja cozido.

Não é bem assim e requer alguns cuidados:

1º- A água deve estar fria quando se coloca o ovo.
2º- Juntar um pouco de sal e vinagre.
3º- Nunca pôr o lume muito forte,a mudança brusca de temperatura faz com que a casca estale.
4º- A partir do momento em que a água entra em ebulição,conta no máximo 11 minutos.A partir deste tempo a gema dos ovos começa a ficar verde.
5º- Depois devem ser"enfriados"rápidamente,em água muito fria,para que o ovo contraia e descole da casca,facilitando assim a operação de retirar a casca.  *

2 - Abri latas... Uma de atum em óleo (escorri o óleo) e outra de feijão frade;

3 - Temperei umas folhas de alface com flor de sal e um fio de azeite que usei como base do prato;

4 - Empratei... Fundo de alface, feijão fradinho, atum, o ovo em quartos (com pimenta preta em pó para não se ficar a rir), mix de azeitonas e pimento maduro em rodelas finas, crocante e viciante. No final, um generoso fio do excelente azeite da Herdade dos Grous de que tinha dado nota aqui.



 Para completar o duo da Herdade dos Grous, o vinho branco da colheita de 2009. Feito com Arinto, Roupeiro e Antão Vaz é um vinho que não nega a origem Alentejana, mas tem uma frescura que não deixa ninguém indiferente. Belo vinho.

sábado, 2 de outubro de 2010

Caldeirada de Borrego | Ermelinda de Freitas Touriga Nacional 2008

O borrego assado no forno deve ser uma das poucas preparações de borrego transversais na nossa cozinha. A sul, o ensopado marca pontos, nas versões com e sem batata. Esta preparação é próxima do ensopado na preparação, mas sem o pão nem o alouramento prévio da carne, o que a torna próxima de uma caldeirada. Usei borrego cortado em pedaços (costelas, costeletas e perna) que deitei num tacho de fundo grosso sobre um fundo de azeite, cebola cortada em fatias e alho. Juntei as batatas descascadas e cortadas em quartos, tomate em polpa e pimento vermelho em tiras e temperei com um pouco de sal marinho, pimenta preta, um pouco de pimentão doce e um pouco de hortelã fresca. Juntei vinho branco e levei ao lume brando até a carne estar bem macia...   


Para acompanhar este prato escolhi um vinho varietal da Casa Ermelinda de Freitas. Tinha provado há algum tempo o Touriga Franca da casa e desta vez foi o Touriga Nacional 2008. Escuro e mais marcado pela madeira do que esperava. Falta-lhe algum corpo e concentração, mas é um vinho agradável e de prova fácil. Está a € 7,99 na Feira de Vinhos do Jumbo.  

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

À volta da Caldeirada e do Hobby Branco 2009

A caldeirada, entendida num sentido lato como "aquilo que cabe na caldeira" é uma preparação que me fascina. Várias foram as variações e ensaios que já meti aqui no blogue e ainda há muito a descobrir. A forma como uma simples adição de azeite (e mais uma ou outra coisa) no caldo da cozedura transforma um simples cozido de peixe(s) numa sinfonia de sabores é algo que não cessa de me surpreender. Com apenas um peixe na preparação corremos o risco de não conseguir obter mais do que um concerto, mas as formas culinárias são como as formas musicais e ninguém no seu juizo perfeito preferirá um bom concerto a uma má sinfonia (e quem há-de negar que essa lhe é superior? - transcrição livre de uma letra de Caetano Veloso apenas para a contradição pairar no ar)...

Um tacho de fundo grosso com água, bacalhau em posta (previamente demolhado), batatas (descascadas), chalotas inteiras (e descascadas), pimento maduro (em rodelas), polpa de tomate (ou de preferencia tomate maduro que pode ter a pele e as sementes, não matam), o azeite (bom), alho (descascado e semi-esmagado), louro (uma folha e pode perfeitamente ser inteira que não constipa ninguém), um ar de pimenta preta (moída na hora) e outro de pimentão doce (colorau), hortelã fresca (acabada de colher, fantástica). Leva-se a lume brando e espera-se pela quase silenciosa transmutação alquímica que se vai operar durante cerca de quarenta minutos. Serve-se sem delongas.


Simples e delicioso este prato, feito para acompanhar o Hobby branco 2009, um vinho do Tejo que chamou a atenção pelos 16 pontos com que foi contemplado pelo painel da Revista de Vinhos deste mês e proposto a € 7,99, de que dei nota num post mais abaixo.
Feito com Chardonnay e Fernão Pires, tem 13,5º de álcool, um rótulo bem desenhado e um contra rótulo no mínimo bizarro, que descreve o vinho como "um vinho perfeito para quem quer viajar sem sair de onde está. Melhora consideravelmente qualquer tipo de música. O equilíbrio perfeito entre os seus aromas e sabores levam-nos para o País das Maravilhas."

O contra rótulo ainda refere dicas para o beber:

" Faça os seus telefonemas mais importantes e desligue o telemóvel, depois abra a garrafa e desfrute calmamente do Chardonnay e do Fernão Pires a 12º C.
Não acompanhe com carnes elaboradas, pratos de forno ou queijos curados."

Como podia dizer o Herman dos bons tempos da Enciclopédia: O vinho é um bom vinho, não havia necessidade...

Na verdade é um vinho bem feito, agradável na roupagem, nos aromas, na boca, no fim de boca e na aptidão gastronómica. Quanto às sugestões do contra rótulo, colhe a da temperatura de serviço, que as outras parecem extemporâneas, mas isto digo eu sem saber.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Solha Frita e Carolina 2009

Há muito tempo que neste blogue não aparece um prato com um mínimo de rasgo (seja lá isso o que for) e ainda não é hoje. Na verdade, muitas vezes o que acontece é ter um vinho que me apetece provar e acabo por fazer algo simples para ir comendo enquanto saboreio o vinho. Foi o que aconteceu um dia destes. Tinha ido à Garrafeira Tio Pepe fazer umas compras e o Luís Candido ofereceu-me uma garrafa do Carolina 2009. Depois do 2008 que tinha provado e deixado nota aqui, era grande a vontade de provar esta nova edição. Meti o vinho no frigorífico e tirei umas postas de solha do congelador (para quem não vai à lota ou ao mercado é sempre difícil optar entre comprar solha fresca na peixaria do superhiper ou ir buscar um saco da congelada sabendo que metade é água). Deixei a solha a descongelar e juntei um pouco de sal marinho e sumo de limão. Umas horas depois, fritei em óleo abundante (sem passar por farinha) e servi com uma salada de verdes, temperada com flor de sal e bom azeite.


Um prato básico para provar a edição de 2009 deste Carolina. Síria (aka Códega, não a do Larinho), Viosinho e Rabigato e enologia de Jean-Hughues Gros estão na base deste vinho feito na Quinta da Carolina, propriedade da família Candido da Silva. Da produção de cerca de 1.500 garrafas estão disponíveis na Garrafeira Tio Pepe cerca de 600 garrafas a € 8,90 cada. Este 2009 não passou por madeira e tem 14º de álcool. No nariz aparecem sugestões de tosta e cítricos. Na boca é envolvente, com frescura, força e elegância. Termina longo e delicioso. É um vinho de meia estação muito bem feito e que pede comidas algo fortes, como um bacalhau no forno. Sendo um vinho com uma produção muito limitada, não será facilmente comprável, até porque só está disponível na Garrafeira Tio Pepe, mas vale a pena ser provado. Belo branco do Douro!  

sábado, 25 de setembro de 2010

Secretos de Porco Grelhados | Quinta do Vallado Touriga Nacional 2006

Esta é uma preparação mais que simples e que foi feita para um vinho que nunca tinha provado em casa, o Quinta do Vallado Touriga Nacional 2006...

O "secreto" é uma peça de carne do porco que se esconde no interior do toucinho gordo, conhecido como a manta de toucinho, entre a primeira e segunda camada. É um músculo que, num animal adulto, ronda as 600 gramas, as duas peças (linkado daqui). Comprados os secretos (cada vez menos secretos, parece que os porcos, principalmente os pretos, actualmente são formados por secretos, plumas e presas), estes foram simplesmente grelhados. Na verdade, não precisam de mais nada. Acompanhei com batatas a murro.

Quanto ao vinho, foi uma boa compra numa Feira de Vinhos... O preço normal ronda os € 25, este estava a € 15,99. Um Touriga Nacional do Vallado num ano menos bom. A colheita de 2005 tinha ganho o Concurso de Melhor Touriga que decorreu em Novembro passado no Encontro com o Vinho, realizado na FIL, em Lisboa. Ainda assim, este 2006 é muito bom. Belas notas da Touriga, a madeira muito bem integrada, um longo e elegante final fazem deste vinho uma tentação. É pena o preço...  

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Vitela no Forno | Quinta do Infantado 2008

O início do Outono e a chegada ao mercado do Quinta do Infantado 2008 foram o mote para esta preparação. Um naco de vitela (alcatra) no tabuleiro de barro, com um fundo de azeite, vinho branco e um pouco de vinagre; alho, pimenta preta e um pouco de pimentão doce; cebolinhas, tomate chucha e batatas descascadas. Um ramo de salsa. Levei ao forno a 190º C, tendo o cuidado de ir virando a carne, as batatas e as cebolas e de as ir regando com o molho. Ao fim de mais ou menos duas horas estava pronto. Um prato simples a pedir um bom vinho...


E bom é este Quinta do Infantado. Da colheita de 2007 sairam desta Quinta, situada em Gontelho, perto do Pinhão, dois vinhos não-fortificados fantásticos, o Colheita e o Reserva. Este 2008 apareceu agora na Feira de Vinhos do Jumbo e naturalmente despertou a gula. Foi vinificado em lagar com pisa a pé, estagiou em cuba e depois esteve dez meses em barricas de carvalho. Em Maio deste ano foram engarrafadas 29.807 garrafas e 202 magnum, todas numeradas. É um vinho que espelha bem o terroir de onde vem, com a madeira a marcar apenas qb o vinho. Telúrico e elegante, é um vinho que dificilmente deixará alguém indiferente. Por € 8,69 é uma compra obrigatória... 

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Frango tipo Leitão | Quinta de Cabriz Encruzado 2009

Frango tipo Leitão é bem capaz de ser o títulol mais pateta de que me poderia lembrar para descrever os meus assados de frango, que normalmente saem fantásticos. Claro que 90% do resultado final vem da qualidade do frango, 9% da colaboração do forno e apenas o restante 1% se deve à capacidade do cozinheiro e apenas na estrita e exacta medida em que pouco vou alterando nesta preparação. 
Normalmente faço com frangos grandes e prefiro assar metades, já que um frango inteiro obriga a maiores cuidados para que fique dourado e estaladiço por fora e bem passado por dentro. Barro o frango com uma mistura de banha de porco, alho, sal e pimenta preta (como no molho do leitão) e levo ao forno a cerca de 170º C com um fundo de vinho branco no fundo do tabuleiro de barro. Durante a assadura, vou virando e regando a carne com o molho que se vai formando. O tempo de forno depende da idade do galináceo. Quando está quase pronto, finalizo com a pele para cima, para a pele ficar mais estaladiça. O acompanhamento natural para este frango são batatas assadas no mesmo tabuleiro, mas desta vez preferi umas batatas fritas, em rodelas finas.  


O frango preparado desta forma vai muito bem com um vinho branco, novo e passado por madeira... Como o Quinta de Cabriz Encruzado 2009 que ainda não tinha visto à venda. Depois da bela colheita de 2007 e da edição do ano passado era grande a curiosidade para provar um dos mais democráticos Encruzados do Dão. Foi comprado na Feira de Vinhos do Jumbo por € 4,99 e refrigerado. Resolvi não o decantar. Muito bom o equilíbrio entre a fruta e a tosta da madeira, bom volume de boca, bom final. Nada que não se esperasse deste clássico da Dão Sul que vai mantendo a sua bela relação qualidade/preço colheita após colheita. 

domingo, 19 de setembro de 2010

Como vai isso de Brancos?

Neste mês de Setembro, a Revista de Vinhos apresenta uma prova de 64 Vinhos Brancos Portugueses, maioritariamente da colheita de 2009, oriundos de várias regiões do País e com preços (recomendados pelos Produtores) entre € 4,90 e € 27,90. São quase todos os vinhos de Topo dos Produtores. Notável a qualidade média dos vinhos provados, com 92% a serem, no mínimo, muito bons.
Os três vinhos que atingiram a classificação mais alta (18) são oriundos do Dão. Condessa de Santar e Paço dos Cunhas de Santar Vinha do Contador, com um PVP recomendado de € 20,00 e o Primus da Pellada, de Álvaro de Castro com PVP recomendado de € 25,00. É pena que os preços de referência dos Produtores não sejam sempre correctos. No caso destes 3 vinhos, os dois vinhos da Dão Sul podem ser adquiridos nas lojas da Empresa a cerca de € 14,00 e o Primus da Pellada está nos Jumbos a mais de € 33,00. 
Nos vinhos notados com 17,5, é de destacar o Curva Reserva, proposto a menos de € 11,00, bem como o Bétula (esta é apenas a segunda edição deste vinho de Francisco Montenegro) e o Reserva da Quinta do Vallado (PVP de € 15,00), todos do Douro. 
Com 17 pontos, o Olho de Mocho Reserva, o Quanta Terra Grande Reserva 2008 e o Quinta dos Carvalhais Encruzado 2008, propostos a menos de € 13,00.

Este é um conjunto de oito belos vinhos que serão de prova obrigatória para qualquer enófilo. Além disso conseguem-se arranjar (com sorte) a preços que não ultrapassarão os € 15,00. Claro que os outros 12 vinhos apenas pecam por serem mais caros...

Dos restantes vinhos, notados com menos de 17 pontos, deixo também a lista dos que são propostos aos preços mais baixos e onde se inclui o Esmero (16 pontos, € 7,00), provado recentemente e que muito boa conta deu de si. 


Claro que os vinhos aqui listados são os que se destacam pelo seu preço mais baixo ou melhor, pela sua excelente relação qualidade/preço (a bold os que tiveram direito a selo de boa compra e os restantes aparecem porque o preço anda próximo). Vinhos notados com 17,5 como o Anselmo Mendes Alvarinho 2009 (€ 22,00) ou 17 como o Aneto Reserva (€ 15,00), o Conceito (€ 25,00) o Luís Pato Vinha Formal (€ 16,95), o Pó de Poeira (€16,00), o Quinta de Soalheiro (€ 25,00) ou o Vértice Grande Reserva 2008 (€ 16,00) são vinhos que apesar de serem algo mais caros, valerão seguramente a prova.