sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Filetes de Sardinha da Ramirez
Para quem não sabe, a Fabrica de Conservas Ramirez existe desde 1853. Produzem conservas fantásticas, entre as quais uns filetes de sardinha em azeite (sem espinhas), com azeitonas. Sugiro servir sobre uma fatia de bom pão e acompanhar com azeitonas pretas.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Arroz de Grelos de Couve
Recentemente rendi-me ao carnaroli; tinha uns grelos de couve (menos ácidos que os de nabo, uma delícia) e fiz este arroz:
deitei um pouco de azeite no fundo do tacho e quando aqueceu deitei o arroz e deixei fritar ligeiramente. Deitei um pouco de vinho branco e deixei reduzir. Juntei os grelos cortados e caldo de legumes quente.
Acompanhou com um entrecosto de porco no forno...

deitei um pouco de azeite no fundo do tacho e quando aqueceu deitei o arroz e deixei fritar ligeiramente. Deitei um pouco de vinho branco e deixei reduzir. Juntei os grelos cortados e caldo de legumes quente.
Acompanhou com um entrecosto de porco no forno...
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Quinta do Pontão - Um Excelente Queijo de Cabra
Há algum tempo tinha deixado um post sobre a manteiga dos Lacticínios Progresso do Mileu, na Guarda.
O queijo de cabra «Quinta do Pontão» produzido na Guarda, na fábrica «Lacticínios Progresso do Mileu», foi premiado com a medalha de ouro num concurso internacional de queijo realizado em Novembro passado em Valladolid, pela Junta de Castilla y León e pelo Instituto Tecnológico Agrário daquela província espanhola.
«O prémio Cincho de Oro distinguiu o queijo da Guarda num evento onde estiveram a concurso mais de 600 amostras de países como Espanha, França, Itália e Inglaterra», disse à agência Lusa, Micaela Rodrigues, responsável pelo controlo de qualidade da empresa guardense. (retirado daqui)
Bem, só posso dizer que o queijo é excelente. É pena ser tão difícil de encontrar.

O queijo de cabra «Quinta do Pontão» produzido na Guarda, na fábrica «Lacticínios Progresso do Mileu», foi premiado com a medalha de ouro num concurso internacional de queijo realizado em Novembro passado em Valladolid, pela Junta de Castilla y León e pelo Instituto Tecnológico Agrário daquela província espanhola.
«O prémio Cincho de Oro distinguiu o queijo da Guarda num evento onde estiveram a concurso mais de 600 amostras de países como Espanha, França, Itália e Inglaterra», disse à agência Lusa, Micaela Rodrigues, responsável pelo controlo de qualidade da empresa guardense. (retirado daqui)
Bem, só posso dizer que o queijo é excelente. É pena ser tão difícil de encontrar.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Coelho à Caçador
O coelho à caçador é uma das minhas iguarias preferidas. Idealmente será selvagem; não o sendo, criado em espaço onde se possa movimentar e bem alimentado. Este, criado com espaço para fazer exercício e correctamente alimentado foi primorosamente preparado pelo meu pai.
É assim:
_limpa-se o coelho depois de morto (com uma pancada na nuca - não sofrem), corta-se em bocados grandes e deixa-se a marinhar em vinho tinto, alho e louro cerca de doze horas.
_num tacho, deita-se banha de porco e aloura-se ligeiramente o coelho; reserva-se a carne e deita-se cebola em rodelas, toucinho de porco (préviamente salgado e demolhado). Deixa-se alourar, junta-se um pouco de tomate bem maduro, o coelho e o líquido da marinada e deixa-se estufar em lume brando. Junta-se pimenta e, querendo ervas aromáticas (neste, o tomilho ficou muito bem) a gosto (e dependendo do coelho) e deixa-se acabar de estufar, tendo o cuidado de juntar mais vinho caso o molho reduza muito.
_serve-se com batatas cozidas com pele e posteriormente descascadas (gosto muito de juntar um pouco de salsa picada às batatas imediatamente antes de servir).
_e porque este coelho é uma delícia, merece acompanhar com um bom vinho; escolheu-se um Duas Quintas Reserva de 2003 que harmonizou excelentemente.

É assim:
_limpa-se o coelho depois de morto (com uma pancada na nuca - não sofrem), corta-se em bocados grandes e deixa-se a marinhar em vinho tinto, alho e louro cerca de doze horas.
_num tacho, deita-se banha de porco e aloura-se ligeiramente o coelho; reserva-se a carne e deita-se cebola em rodelas, toucinho de porco (préviamente salgado e demolhado). Deixa-se alourar, junta-se um pouco de tomate bem maduro, o coelho e o líquido da marinada e deixa-se estufar em lume brando. Junta-se pimenta e, querendo ervas aromáticas (neste, o tomilho ficou muito bem) a gosto (e dependendo do coelho) e deixa-se acabar de estufar, tendo o cuidado de juntar mais vinho caso o molho reduza muito.
_serve-se com batatas cozidas com pele e posteriormente descascadas (gosto muito de juntar um pouco de salsa picada às batatas imediatamente antes de servir).
_e porque este coelho é uma delícia, merece acompanhar com um bom vinho; escolheu-se um Duas Quintas Reserva de 2003 que harmonizou excelentemente.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Entrecosto de Porco com Massa Frita
Em primeiro lugar, a massa frita. Já andava há bastante tempo para fazer esta deliciosa preparação de massa que tinha visto no blogue do Luís. Assim, cozi cotovelos al dente escorri e deitei numa frigideira onde já tinha derretido manteiga. De seguida, conforme o relato do Luís:
"Frite em manteiga, mexendo de tempo a tempo, para não queimar, mas não demasiado amiúde, para dar tempo à formação da crosta castanha e estaladiça, responsável pela magnífica textura deste acompanhamento."
Bem, só posso dizer que ficou excelente.
Relativamente ao entrecosto, temperei com sal e selei-o em azeite; dispus a carne em folha de alumínio, deitei o azeite por cima, pimenta e cebola. Fechei a "embalagem" e levei a forno pré-aquecido a 180º C num tabuleiro de alumínio (por ter uma inércia térmica muito inferior à do barro, permite que a carne, já selada coza rapidamente e sem queimar e a cebola fique numa "papa suculenta) durante cerca de 40 minutos. Abri a embalagem e, sem deixar escorrer o molho, deixei alourar um pouco.
A carne ficou uma maravilha, no ponto certo de cocção e dourada; a massa, feita desta forma é fantástica.



"Frite em manteiga, mexendo de tempo a tempo, para não queimar, mas não demasiado amiúde, para dar tempo à formação da crosta castanha e estaladiça, responsável pela magnífica textura deste acompanhamento."
Bem, só posso dizer que ficou excelente.
Relativamente ao entrecosto, temperei com sal e selei-o em azeite; dispus a carne em folha de alumínio, deitei o azeite por cima, pimenta e cebola. Fechei a "embalagem" e levei a forno pré-aquecido a 180º C num tabuleiro de alumínio (por ter uma inércia térmica muito inferior à do barro, permite que a carne, já selada coza rapidamente e sem queimar e a cebola fique numa "papa suculenta) durante cerca de 40 minutos. Abri a embalagem e, sem deixar escorrer o molho, deixei alourar um pouco.
A carne ficou uma maravilha, no ponto certo de cocção e dourada; a massa, feita desta forma é fantástica.



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Um Risotto By Me
Este risotto "nasceu" para acompanhar uma feijoada.
Quanto à feijoada, nada de novo, é daquelas coisas que se faz, não é difícil, etc.
Assim, estava para fazer um arroz de forno para acompanhar a feijoada e ainda a pensar se iria aproveitar a água de cozer carnes e feijão.
Como não sou grande adepto de risottos, não ando a experimentar tudo o que aparece no mercado; assim, normalmente, arroz, só carolino (pois, o meu preferido), agulha e arbório. Mas como tinha comprado uma embalagem de carnaroli (daquele baratinho do pingo doce) resolvi experimentar.
Fiz assim: no fundo do tacho, deitei um pouco de azeite; juntei o arroz e deixei "fritar" um pouco (pronto, prescindi da cebola). Fui juntando água de cozer carnes e feijão e juntei ainda umas tiras de couve branca.
Bem, este risotto ficou excelente.


E queria ainda agradecer à Isabel este mimo:
Quanto à feijoada, nada de novo, é daquelas coisas que se faz, não é difícil, etc.
Assim, estava para fazer um arroz de forno para acompanhar a feijoada e ainda a pensar se iria aproveitar a água de cozer carnes e feijão.
Como não sou grande adepto de risottos, não ando a experimentar tudo o que aparece no mercado; assim, normalmente, arroz, só carolino (pois, o meu preferido), agulha e arbório. Mas como tinha comprado uma embalagem de carnaroli (daquele baratinho do pingo doce) resolvi experimentar.
Fiz assim: no fundo do tacho, deitei um pouco de azeite; juntei o arroz e deixei "fritar" um pouco (pronto, prescindi da cebola). Fui juntando água de cozer carnes e feijão e juntei ainda umas tiras de couve branca.
Bem, este risotto ficou excelente.


E queria ainda agradecer à Isabel este mimo:
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Lombinhos de Porco Preto com Citrinos
Uns lombinhos de porco preto ficaram a marinar em laranja e limão dentro de um saco de plástico. No tacho de barro, deitei azeite, alho, cebola, tomate e pimento e deixei estufar um pouco; juntei os lombinhos com a marinada e os citrinos. Deixei estufar em lume brando. Na cloche (anda a ter bastante uso), assei batatas pequenas com pele; cozi couve branca. Quando a carne estava macia, retirei-a do tacho e reservei.
Agora a parte interessante disto: o molho. Num recipiente fundo, deitei a "calda" do estufado (sem as cascas dos citrinos) e passei a varinha. Provei (detesto, mas aqui tem mesmo que ser) e fui juntando algumas das cascas de laranja e limão e mel até obter um sabor acri-doce (daqui a necessidade de provar, para adaptar ao gosto pessoal).
Os lombinhos ficaram com um sabor fantástico. Esta superou as minhas expectativas.


Agora a parte interessante disto: o molho. Num recipiente fundo, deitei a "calda" do estufado (sem as cascas dos citrinos) e passei a varinha. Provei (detesto, mas aqui tem mesmo que ser) e fui juntando algumas das cascas de laranja e limão e mel até obter um sabor acri-doce (daqui a necessidade de provar, para adaptar ao gosto pessoal).
Os lombinhos ficaram com um sabor fantástico. Esta superou as minhas expectativas.


sábado, 31 de janeiro de 2009
Dois Vinhos para o Quotidiano
Estes dois vinhos foram recentemente provados e afiguram-se boas escolhas.
O Muralhas de Monção é daquelas coisas que são produzidas às centenas de milhar e que nunca me tentou muito; pelo preço - € 3,49 - costumo arranjar melhor. Além do mais, acho escandaloso vê-los sistematicamente a € 10,00 nos restaurantes. Contudo, na colheita de 2007, o vinho aparece mais fresco, com uns aromas e acidez mais interessantes. Muito melhor que colheitas anteriores, tem assim, uma boa relação qualidade/preço.
Já o Saes colheita exclusiva 2007, engarrafado por Álvaro de Castro, é um exclusivo Pingo Doce. No contra-rótulo não faz menção a castas, proveniência das uvas ou vinificação. Elegante, um pouco curto, ainda assim é um Dão com boas apetências gastronómicas (por € 3,00…) e que acompanhará bem alguns pratos, como um cozido.
O Muralhas de Monção é daquelas coisas que são produzidas às centenas de milhar e que nunca me tentou muito; pelo preço - € 3,49 - costumo arranjar melhor. Além do mais, acho escandaloso vê-los sistematicamente a € 10,00 nos restaurantes. Contudo, na colheita de 2007, o vinho aparece mais fresco, com uns aromas e acidez mais interessantes. Muito melhor que colheitas anteriores, tem assim, uma boa relação qualidade/preço.
Já o Saes colheita exclusiva 2007, engarrafado por Álvaro de Castro, é um exclusivo Pingo Doce. No contra-rótulo não faz menção a castas, proveniência das uvas ou vinificação. Elegante, um pouco curto, ainda assim é um Dão com boas apetências gastronómicas (por € 3,00…) e que acompanhará bem alguns pratos, como um cozido.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Croque Nhoc
Chamei croque nhoc a este snack, porque é algo entre um croque monsieur e uma francesinha.
Torrar pão (pão mesmo, daquele que é amassado e feito no forno) ligeiramente. Deitar uma fatia de carne assada (pois, sobras, que é bom... - usei supremo de frango) sobre o pão, outra fatia de pão, uma fatia de queijo (usei mistrura de cabra, vaca e ovelha da Serra do Rabaçal).
Fazer uma base com cebola, tomate e azeite, juntar vinho branco, deixar apurar, ralar com a varinha e aromatizar (usei apenas pimenta preta). Deixar o molho reduzir, deitar por cima da sanduiche e levar ao forno (fiz na cloche).
É um snack simples e fácil de fazer; bem fixe para acompanhar uma cerveja gelada ou num jantar ligeiro com uma salada.




Torrar pão (pão mesmo, daquele que é amassado e feito no forno) ligeiramente. Deitar uma fatia de carne assada (pois, sobras, que é bom... - usei supremo de frango) sobre o pão, outra fatia de pão, uma fatia de queijo (usei mistrura de cabra, vaca e ovelha da Serra do Rabaçal).
Fazer uma base com cebola, tomate e azeite, juntar vinho branco, deixar apurar, ralar com a varinha e aromatizar (usei apenas pimenta preta). Deixar o molho reduzir, deitar por cima da sanduiche e levar ao forno (fiz na cloche).
É um snack simples e fácil de fazer; bem fixe para acompanhar uma cerveja gelada ou num jantar ligeiro com uma salada.




segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Picanha Luso - Brasileira
Tinha comprado um naco de picanha já fatiada e resolvi fazê-la assim:
Levei batatas pequenas a assar com pele na cloche; selei a carne em azeite e reservei…
Quando as batatas assaram, abri-as e dispus uma camada no fundo de um tabuleiro de barro; juntei alho laminado, pimenta preta e louro. Fatiei a picanha e deitei por cima da camada de batatas; “reguei” com o azeite onde selei a picanha.
Com as restantes batatas fiz uma nova camada por cima da carne, reguei com mais azeite e levei a forno quente (180º C).
Ficou um prato interessante, com o sabor da carne a entrar nas batatas e os aromas do alho e do louro a intrometerem-se no conjunto. Acompanhou com uma simples salada de alface servida à parte. Dei-lhe este nome porque me apeteceu…
Ah, e um Sogrape Reserva Alentejo 2000 (que já não há) ligou muito bem.



Levei batatas pequenas a assar com pele na cloche; selei a carne em azeite e reservei…
Quando as batatas assaram, abri-as e dispus uma camada no fundo de um tabuleiro de barro; juntei alho laminado, pimenta preta e louro. Fatiei a picanha e deitei por cima da camada de batatas; “reguei” com o azeite onde selei a picanha.
Com as restantes batatas fiz uma nova camada por cima da carne, reguei com mais azeite e levei a forno quente (180º C).
Ficou um prato interessante, com o sabor da carne a entrar nas batatas e os aromas do alho e do louro a intrometerem-se no conjunto. Acompanhou com uma simples salada de alface servida à parte. Dei-lhe este nome porque me apeteceu…
Ah, e um Sogrape Reserva Alentejo 2000 (que já não há) ligou muito bem.



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